quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Educação para Inclusão Social

 EDUCAÇÃO E INCLUSÃO - SUAS METAS
O de  tratar a inclusão social no contexto do desenvolvimento humano e dos direitos de cidadania, o que implica: afirmar o jovem como sujeito de direitos; valorizar suas expressões culturais seus saberes, suas emoções, sensibilidades, sociabilidades, ações éticas e estéticas; compreender a juventude na perspectiva de geração, que necessariamente aponta para novas relações inter e intrageracionais e
pressupõe um diálogo produtor de escutas e aprendizados mútuos;desenvolver um currículo integrado, interdisciplinar e interdimensional, em que o jovem atue como sujeito, construtor de um todo que faça sentido para ele. A idéia é que a aprendizagem     se    efetiva     realmente quando o aluno consegue     relacionar
os novos conhecimentos com suas experiências prévias e situá-los em suas diferentes facetas de ser humano.
 Envolver uma Participação Cidadã ligadas  ações comunitárias, culturais, esportivas e de lazer; propor novas formas de organização do trabalho escolar, envolvendo diferentes instâncias da administração pública e da sociedade, de modo a viabilizar o desenvolvimento do currículo integrado, o que implica novas formas de gestão compartilhada, de organização dos tempos e dos espaços pedagógicos, de modo a articular a ação criadora dos atores envolvidos com os princípios e diretrizes do projeto pedagógico, evitando que o programa se descaracterize e perca o sentido.
 A ideia é que cada instituição ou sujeito colabore ativamente, na instância em que participa, para a obtenção de objetivos definidos coletivamente e para o desenvolvimento de ações planejadas de modo solidário;definir estratégias de atuação na sala de aula com vistas a integrar as três dimensões do currículo, o que exige considerar o múltiplo e o plural implicados nas experiências e conhecimentos dos jovens, bem como em seu percurso escolar anterior. É na sala de aula que as propostas pedagógicas se concretizam ou não... É nela que se constrói o currículo real. Os alunos trazem experiências pessoais e conhecimentos prévios que não podem ser ignorados, mas que devem constituir uma referência para cada educador definir formas de trabalhar e de se relacionar com a turma. Nesse contexto, o erro não é considerado como falta de informação ou incapacidade para fazer algo, mas como um indicador do momento em que o aluno se encontra na elaboração de um conceito ou uma relação;
 Formar educadores   para   responder   aos desafios que se   apresentem durante
a execução do ProJovem Urbano, o que lhes demanda a competência para planejar
e agir cooperativamente    e a    capacidade de   considerar    as diferentes   facetas
do aluno como ser humano. Para isso, o professor tem de ir além da     condição de
especialista em uma disciplina e agir como educador no sentido amplo da palavra,
desempenhando dois papéis distintos, mas inseparáveis: todo educador é especialista em sua área de conhecimento, mas é também orientador da aprendizagem vista como elemento de construção da autonomia intelectual do aluno/sujeito e de uma visão mais ampla do processo educacional. Desse modo, por meio da formação inicial e continuada, busca-se a construção de um processo identitário em que cada educador se veja simultânea e inseparavelmente como: (a) um perito que domina o instrumental de trabalho próprio de sua área de conhecimento e de sua atividade educacional/docente e sabe usá-lo competentemente; (b) um pensador capaz de situar criticamente sua prática e as representações sociais sobre seu campo de atuação; (c) um cidadão sujeito de direitos e de responsabilidades que faz parte de uma sociedade e de uma comunidade.       ( fonte: Projovem Urbano- Formação de Educadores)

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